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Seminário discute os desafios da educação bilíngue em SC

Evento promovido pela Alesc reúne lideranças e especialistas para debater avanços e perspectivas da educação bilíngue de surdos no Brasil.


A comunidade surda como protagonista inspirou a primeira edição do Seminário de Formação de Professores para o Ensino Bilíngue de Surdos, promovido pelo Parlamento catarinense.

O evento foi realizado no Auditório Antonieta de Barros, no Palácio Barriga Verde, em Florianópolis, reunindo gestores federais, estaduais e municipais, especialistas, educadores, lideranças da UFSC, Udesc, IFSC e do Ministério Público.

Também participam representantes da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENEIS), da Associação de Surdos da Grande Florianópolis (ASGF), da Associação de Surdos da Região de Laguna (ASSUL), além de gestores surdos que ocupam cargos públicos relevantes.

Proposta do evento

A iniciativa é da Comissão de Educação e Cultura, presidida pela deputada Luciane Carminatti (PT), com apoio da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Escola do Legislativo.

O seminário tem como foco debater os desafios e as perspectivas da educação bilíngue de surdos no Brasil.

Destaque catarinense

Santa Catarina se diferencia nacionalmente por iniciativas pioneiras, como a criação do Campus Palhoça Bilíngue (IFSC), único da rede federal de educação profissional com esse perfil.

Outro exemplo é o curso Letras-Libras, da UFSC, referência nacional na formação de professores para a área.

Democracia e inclusão

Durante a abertura, a deputada Luciane Carminatti reforçou que não existe democracia sem inclusão efetiva. Protagonista na defesa de legislações sobre acessibilidade, a parlamentar destacou que o seminário é um marco no compromisso de construir uma educação verdadeiramente democrática.

“A formação docente é o pilar desse processo. O que estamos fazendo aqui, com este evento, é algo inédito no país”.

Ela também anunciou que protocolará um projeto de lei para a criação e distribuição de uma cartilha voltada às famílias surdas de Santa Catarina, orientando sobre seus direitos na sociedade.

Primeiro dia de atividades

A programação iniciou com a palestra “Educação Bilíngue de Surdos como Modalidade Escolar”, ministrada por Patrícia Luiza Ferreira Rezende-Curione, diretora nacional da Educação Bilíngue de Surdos (MEC).

À tarde, uma mesa-redonda estratégica, mediada pela deputada Luciane Carminatti, reuniu lideranças do IFSC, IFC, UFSC, Udesc, Secretaria de Estado da Educação (SED) e Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE).

O dia foi encerrado com a palestra técnica do professor Felipe de Almeida Coura (UFT), sobre a implementação prática da educação bilíngue.


Mini-FAQ

1) O que é educação bilíngue de surdos?
Modalidade que assegura Libras (L1) como língua de instrução e português escrito (L2) como segunda língua.

2) Por que Santa Catarina é referência nessa área?
Por iniciativas pioneiras, como o Campus Palhoça Bilíngue (IFSC) e o curso Letras-Libras (UFSC), entre outras.

3) Quem organiza o seminário?
A Comissão de Educação e Cultura da Alesc, com apoio da Escola do Legislativo e da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência.


Valquíria Guimarães
Agência AL

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Seminário discute os desafios da educação bilíngue em SC

Evento promovido pela Alesc reúne lideranças e especialistas para debater avanços e perspectivas da educação bilíngue de surdos no Brasil.


A comunidade surda como protagonista inspirou a primeira edição do Seminário de Formação de Professores para o Ensino Bilíngue de Surdos, promovido pelo Parlamento catarinense.

O evento foi realizado no Auditório Antonieta de Barros, no Palácio Barriga Verde, em Florianópolis, reunindo gestores federais, estaduais e municipais, especialistas, educadores, lideranças da UFSC, Udesc, IFSC e do Ministério Público.

Também participam representantes da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (FENEIS), da Associação de Surdos da Grande Florianópolis (ASGF), da Associação de Surdos da Região de Laguna (ASSUL), além de gestores surdos que ocupam cargos públicos relevantes.

Proposta do evento

A iniciativa é da Comissão de Educação e Cultura, presidida pela deputada Luciane Carminatti (PT), com apoio da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência e da Escola do Legislativo.

O seminário tem como foco debater os desafios e as perspectivas da educação bilíngue de surdos no Brasil.

Destaque catarinense

Santa Catarina se diferencia nacionalmente por iniciativas pioneiras, como a criação do Campus Palhoça Bilíngue (IFSC), único da rede federal de educação profissional com esse perfil.

Outro exemplo é o curso Letras-Libras, da UFSC, referência nacional na formação de professores para a área.

Democracia e inclusão

Durante a abertura, a deputada Luciane Carminatti reforçou que não existe democracia sem inclusão efetiva. Protagonista na defesa de legislações sobre acessibilidade, a parlamentar destacou que o seminário é um marco no compromisso de construir uma educação verdadeiramente democrática.

“A formação docente é o pilar desse processo. O que estamos fazendo aqui, com este evento, é algo inédito no país”.

Ela também anunciou que protocolará um projeto de lei para a criação e distribuição de uma cartilha voltada às famílias surdas de Santa Catarina, orientando sobre seus direitos na sociedade.

Primeiro dia de atividades

A programação iniciou com a palestra “Educação Bilíngue de Surdos como Modalidade Escolar”, ministrada por Patrícia Luiza Ferreira Rezende-Curione, diretora nacional da Educação Bilíngue de Surdos (MEC).

À tarde, uma mesa-redonda estratégica, mediada pela deputada Luciane Carminatti, reuniu lideranças do IFSC, IFC, UFSC, Udesc, Secretaria de Estado da Educação (SED) e Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE).

O dia foi encerrado com a palestra técnica do professor Felipe de Almeida Coura (UFT), sobre a implementação prática da educação bilíngue.


Mini-FAQ

1) O que é educação bilíngue de surdos?
Modalidade que assegura Libras (L1) como língua de instrução e português escrito (L2) como segunda língua.

2) Por que Santa Catarina é referência nessa área?
Por iniciativas pioneiras, como o Campus Palhoça Bilíngue (IFSC) e o curso Letras-Libras (UFSC), entre outras.

3) Quem organiza o seminário?
A Comissão de Educação e Cultura da Alesc, com apoio da Escola do Legislativo e da Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência.


Valquíria Guimarães
Agência AL

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