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Deputada Luciane critica desigualdade de estrutura entre escolas cívico-militares e da rede estadual

A deputada Luciane Carminatti (PT) criticou as estruturas, número de profissionais atuando e o tratamento diferenciado do governo do Estado entre as escolas cívico-militares e as demais unidades da rede pública estadual de Santa Catarina.

Para a parlamentar, o governo do Estado prioriza investimentos em um modelo específico enquanto grande parte das escolas enfrenta carências de infraestrutura e de profissionais de apoio.

A deputada destacou que as escolas cívico-militares contam com melhores condições estruturais e com mais profissionais atuando fora da sala de aula, o que, segundo ela, facilita o funcionamento da unidade e o acompanhamento dos estudantes.

Em visita a uma escola cívico-militar, Luciane perguntou aos professores reunidos o que mudou e eles disseram que agora têm 12 monitores fora de sala de aula, o que antes não havia.

“Ao invés de militares poderiam ser 12 diferentes profissionais como psicólogo, que é urgente, professor de artes, de matemática, etc, aliando cultura, arte, educação e esporte. Não temos índices avalizando que a escola cívico-militar é melhor e só se a gente adotar o mesmo critério vamos podemos comparar.”

Segundo ela, o que está faltando hoje nas escolas é suporte e mais profissionais.

“Com investimento em infraestrutura e diversos monitores fora de sala como é nas escolas cívico-militares, a vida na escola é bem mais fácil. Mas essa não é a realidade na educação catarinense.”

Diante desse cenário, Luciane cobra do governo estadual a ampliação desses investimentos para todas as escolas da rede.

“Então pergunto ao governo do Estado: onde está a estruturação física nas outras unidades de ensino? Onde estão os profissionais de fora de sala nas outras escolas?”

Luciane Carminatti, que tem a educação como uma de suas principais bandeiras na Assembleia Legislativa (Alesc), defendeu que recursos públicos sejam aplicados de forma igualitária em toda a rede, garantindo infraestrutura, equipes multidisciplinares e melhores condições de ensino e aprendizagem para estudantes e professores.

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Deputada Luciane critica desigualdade de estrutura entre escolas cívico-militares e da rede estadual

A deputada Luciane Carminatti (PT) criticou as estruturas, número de profissionais atuando e o tratamento diferenciado do governo do Estado entre as escolas cívico-militares e as demais unidades da rede pública estadual de Santa Catarina.

Para a parlamentar, o governo do Estado prioriza investimentos em um modelo específico enquanto grande parte das escolas enfrenta carências de infraestrutura e de profissionais de apoio.

A deputada destacou que as escolas cívico-militares contam com melhores condições estruturais e com mais profissionais atuando fora da sala de aula, o que, segundo ela, facilita o funcionamento da unidade e o acompanhamento dos estudantes.

Em visita a uma escola cívico-militar, Luciane perguntou aos professores reunidos o que mudou e eles disseram que agora têm 12 monitores fora de sala de aula, o que antes não havia.

“Ao invés de militares poderiam ser 12 diferentes profissionais como psicólogo, que é urgente, professor de artes, de matemática, etc, aliando cultura, arte, educação e esporte. Não temos índices avalizando que a escola cívico-militar é melhor e só se a gente adotar o mesmo critério vamos podemos comparar.”

Segundo ela, o que está faltando hoje nas escolas é suporte e mais profissionais.

“Com investimento em infraestrutura e diversos monitores fora de sala como é nas escolas cívico-militares, a vida na escola é bem mais fácil. Mas essa não é a realidade na educação catarinense.”

Diante desse cenário, Luciane cobra do governo estadual a ampliação desses investimentos para todas as escolas da rede.

“Então pergunto ao governo do Estado: onde está a estruturação física nas outras unidades de ensino? Onde estão os profissionais de fora de sala nas outras escolas?”

Luciane Carminatti, que tem a educação como uma de suas principais bandeiras na Assembleia Legislativa (Alesc), defendeu que recursos públicos sejam aplicados de forma igualitária em toda a rede, garantindo infraestrutura, equipes multidisciplinares e melhores condições de ensino e aprendizagem para estudantes e professores.

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